quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Das contrações até o nascimento - 1ª Parte

Passei a noite da segunda com a madrugada da terça com dores, ou seja, contrações. Mãe de primeira viagem nunca sabe definir o que é contração, cólicas ou qualquer tipo de dor. Eram dores, que podiam ser suportadas, marido do lado dormindo super cansado do dia estressante do trabalho, e eu com pena de acordar-lo, e assim aguentei todas as dores sentidas aguardando apenas amanhecer para pedir para o marido me levar para o hospital. Queria ir ao hospital, mas eu já tinha ido tantas vezes a urgência e não tinha nada constatado que fiquei com receio de ir e novamente está tudo bem e voltar para casa.
Estava amanhecendo, eram mais ou meno umas quatro e meia, quando senti umas dores e acalmou, e senti o bebê mexer, e um barulho estranho soar dentro da minha barriga. Aconteceu que o meu bebê mexeu de tal forma que fez estourar a bolsa. Ainda esperei uns dois minutos atentamente e bem quietinha ao que estava para acontecer, eis que sinto como um riacho descendo entre minhas pernas, cutuquei o marido e disse: " A bolsa estourou!" Ele falou: fica ai e não se mexe! Nesse momento ele correu e foi chamar mainha. Os dois super agoniados, me levantaram da cama e fui correndo para o banheiro, tomei um banho e me sentei no sofá para esperar os dois se arrumarem. Nisso, começaram as dores e a bater um frio insuportável que não estava aguentando. Descemos o elevador junto com as dores e o frio, eu enrolada em um edredom caminhando para junto da vaga de garagem do condomínio.Foi uma dificuldade para subir no carro, pois é muito alto, imagine para descer.

***

Eram cinco e quatorze quando cruzamos a BR a caminho do hospital, as dores ficaram ainda mais intensas. Chegando no hospital, marido corre e chama maqueiro. Quando fui descer do carro, outra dor me ataca e tenho que esperar a dor passar para poder continuar na tentativa de descer. Entramos no hospital, dando entrada na urgência, e fui levada para a sala de internamento, onde as contrações vinham chegando cada vez mais frequentes e agoniantes. Marido me dava a mão e mainha auxiliava nas massagens onde a dor atacava, assim foi até as sete e meia, esperando minha médica chegar. Quando entrei para internamento se encontrava com quase 4cm e ás sete e meia estava com 8cm quase 9. Se a minha médica tivesse demorado mais um pouco eu teria tido meu filho com a obstetra de plantão.

***

Detalhes: Senti dores, que eram tão fortes que me dava vontade de vomitar.
A auxiliar da obstetra de plantão, estava de saída, ela muito simpática e ficava conversando conosco e dando força para mim. E quando o plantão dela acabou e entrou as substitutas (super chatas), pediram para um de meus acompanhantes sair, eu entrei em desespero, não queria que ninguém saísse. Mas infelizmente meu marido optou por sair, fiquei triste mais não podia fazer nada.

A doce espera estava chegando ao fim, aguarde o próximo capítulo, ops! O próximo post. rs

P.S.: Vou tentar escrever aqui de acordo com o tempo que meu filho está me dando, ele agora está domindo, mas preste a acordar. Beijos e não me abandonem, breve irei visitar o cantinho de vocês.

7 comentários:

  1. Ai Tarci,tenho medo da hora do parto...
    Muito bom ler seus relatos.
    Bjs

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  2. Oi Tarci..fiquei aflita aqui acompanhando seu relato..tomara de pra voltar logo com mais! =)

    beijos
    Ma

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  3. Aii que delicia Tarci!
    Já adorei essa primeira parte...
    Ansiosa pro próximo relato...hehe

    beijossss

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  4. Ah Tarci que relato maravilhoso!
    Estamos aguardando as cenas dos próximos capítulos :D
    Felicidades liiinda!

    Bjs

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  5. Imagino que esse momento deve ser mágico, Tarci! Nossa, eu quero muito mas tbm tenho muito medo...
    E como está seu nenê?
    Beijos

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  6. Aimm, que agonia a dor do parto.. =S ja to com medo, rsrs

    Graças a Deus q correu tdo bem..
    Um Bjoooooooooooo no Baby lindinhoooo!

    bjos flor!

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  7. Tarci, adorei o seu relato. Explicou cada momento que consegui imaginar exatamente o que você passou.
    Tudo de bom pra vc.
    beijos

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Tarci e a doce espera.